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Um encontro diferente!

16. 12. 14

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Um encontro diferente!

Recebemos de um nosso leitor do Porto, um texto esclarecedor e contraditório, sobre os vários encontros de um simpatizante da mesma cidade, com o militante João Pinto do PCTP/MRPP, que passamos a divulgar.

A Redacção de "As Mentiras do Arnaldo"


À redacção das Mentiras do Arnaldo.

Boa tarde, estou a escrever-vos porque como simpatizante do PCTP/MRPP aqui da cidade do Porto, e sem qualquer contacto ultimamente com qualquer membro do partido, fui alertado para o vosso site e decidi seguir as vossas denúncias.

Fiquei espantado com os vários encontros entre o António Vicente e o João Pinto e o desenrolar de uma história, que a mim me parece mal contada, pois eu há pouco tempo também encontrei o João Pinto, numa data posterior ao último encontro por vós relatado e a ideia que fiquei do nosso encontro é completamente diferente.

Das duas uma, ou o António Vicente encontrou o João Pinto, num daqueles dias em que ele acordou bem disposto, ou então, está a mentir!

O meu encontro com o João, a quem já não via há bastante tempo, não foi tão agradável e fiquei com a sensação de um indivíduo amargurado, sem vontade e sem qualquer rumo definido.

Como era habitual em algumas reuniões, a malta aqui do Porto tinha sempre uma graça e o João Pinto com um ar mais sério, lá ia dizendo: Então camaradas! Rir faz bem, mas temos trabalho para fazer! Claro que ele, sempre mostrava o seu sorrisinho e nunca me pareceu ser um camarada triste.

Desta vez, no nosso encontro pareceu-me desiludido com tudo e com todos e ao contrário do que o António Vicente afirmou, eu não gostei nada de o ver assim!

Perguntei-lhe se tinha algum problema de saúde ou se a vida lhe estava a correr mal, ao que ele me respondeu que pensava que a situação com o partido estava resolvida, pois alguém lhe tinha dito, que iria começar a receber e até àquele momento ainda não tinha recebido nada, não sabendo o que se estava a passar.

Depois de o ver assim ofereci-lhe ajuda, para pelo menos ele e a família não passarem fome até ser resolvida a questão entre ele e o partido.

Agradeceu-me um pouco comovido, despediu-se e lamentou tudo aquilo que o partido está a passar desde o ano passado, pois até Outubro de 2015, nunca ninguém se tinha atrasado com o seu recibo de trabalhador do PCTP/MRPP.

Como nunca gostei de faltar à verdade, aqui vos deixo a minha impressão totalmente diferente da do António Vicente, para que um dia mais tarde, os camaradas aqui do Norte e principalmente do Porto, entendam o comportamento do camarada João Pinto.

Luís Fabrício

Director: Carlos Fidalgo - carlos.fidalgo.10@sapo.pt