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O boicote do Arnaldo nas Legislativas de 2015

16. 06. 14

Em plena campanha eleitoral, nas legislativas, Arnaldo Matos proibiu  a redacção do Luta Popular de publicar qualquer notícia sobre as acções de campanha  com  Garcia Pereira. Ordenou depois que todos os seus artigos, entrevistas, debates e fotografias fossem retirados dos arquivos do órgão central do PCTP/MRPP, apesar de não ter havido qualquer decisão do comité central sobre esta matéria. A redacção do jornal, apesar de alguma hesitação inicial acatou esta ignóbil acção de censura, que conspurca para todo o sempre o nome do Luta Popular.

Arnaldo Matos apesar de se ter comprometido a elaborar o programa eleitoral do partido para as últimas eleições, foi de férias, manteve a direcção da campanha nessa expectativa até tarde demais e, limitou-se depois a impor a sua palavra de ordem de “morte aos traidores”!

Arnaldo Matos participou nessa campanha num jantar de apoio à lista de Braga, a única lista que não aceitou incluir no seu programa eleitoral a “morte aos traidores”, e aí defendeu que esse jantar e essa lista prosseguiam o verdadeiro espírito do partido, mas recusou entrar no comício na Voz do Operário, invocando que o número de participantes nessa sessão não era suficiente para merecer a sua presença.

Arnaldo Matos mandou arrancar todos os cartazes onde se anunciava esse comício de 18 de Setembro, comemorativo dos 45 anos do MRPP,( o que é a verdade histórica ),e mandou colar depois outros que referiam os 45 anos da fundação do partido,(o que não passa de uma falsificação de datas).


 Joaquim Pardal

Director: Carlos Fidalgo - carlos.fidalgo.10@sapo.pt