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Um comunista bom é um comunista morto

16. 06. 14

Arnaldo Matos num discurso pronunciado no cemitério  da  Ajuda, em 12 de Outubro de 2015, por ocasião da romagem em honra de  Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa, acusou o então secretário geral, dirigente sindical no Metro de Lisboa, de ter cometido a traição suprema de, numa ocasião, ter  apoiado as palavras do Arménio Carlos da CGTP. Afirmou que não há hoje um único comunista vivo no partido que ele fundou e, entre o ataque aos vivos e o elogio dos mortos só podemos concluir que também para o Arnaldo Matos “um comunista bom é um comunista morto”.

Joaquim Pardal

Director: Carlos Fidalgo - carlos.fidalgo.10@sapo.pt