banner

Afinal quem tinha e continua a ter razão?

in Arquivo
16. 11. 20

boneco autofalante

Afinal quem tinha e continua a ter razão?

Fomos surpreendidos aqui no Mentiras do Arnaldo, com um artigo publicado no Diário de Notícias datado de 19 de Novembro de 2016, em que um jornalista (Miguel Marujo) se atreveu a navegar por águas turbulentas e pouco límpidas.

Como noticiámos já por diversas vezes, também o artigo do DN vem corroborar aquilo que durante este tempo todo temos veementemente afirmado, de que o PCTP/MRPP deixou de ser um partido representante de operários e trabalhadores, passando a ser uma seita dirigida por um pequeno ditador, que nem sequer é dirigente!

Menciona o jornalista também, que uma das principais figuras do partido, a partir da sua demissão se remeteu ao silêncio, ficando a aguardar que o azeite chegue à tona, que é como quem diz, que a verdade venha à superfície. Estamos a falar evidentemente de António Garcia Pereira que, vá-se lá saber o motivo, ele que tem sido apelidado de papagaio por Arnaldo Matias de Matos, não fazendo jus à sua espécie, deixou de papaguear há muito tempo.

É estranho realmente que uma figura conhecidíssima no meio português, ainda esteja convencido que a verdade cai do céu aos trambolhões sem ser preciso ir lá acima dar-lhe uns valentes empurrões, para que ela chegue a toda a gente!

Naquilo que o site “As Mentiras do Arnaldo” tem denunciado, é provável que o jornalista se tenha baseado para escrever o seu artigo, assim como a consulta do órgão online Luta Popular, que é referido como sendo “pertença” de um homem, já que a maioria do que vem lá publicado, é escrito por Arnaldo Matias de Matos e os seus heterónimos.

Como temos repetidamente afirmado, hoje em dia, desde fugas, deserções, suspensões, saídas e reentradas, castigos e puxões de orelhas, tudo é permitido ao “grande educador da classe operária” enquanto não assimilarem a “doutrina” instituída a partir do dia 6 de Outubro de 2015.

A meia-dúzia de correligionários que ainda vai suportando a esquizofrenia, demência e tendências maníaco-depressivas, como temos sempre afirmado, não chega para as encomendas e daí a infrutífera procura, naquela que durante muito tempo foi a Sede Nacional, de um qualquer elemento que pudesse esclarecer toda esta “confusão” e “pseudo guerra” entre duas hipotéticas linhas.

O mesmo, segundo palavras do jornalista, aconteceu na Avenida do Brasil e mesmo telefonicamente continuou o périplo, pensando que talvez por este meio fosse bafejado pela sorte ou pela “boa vontade” de Arnaldo Matias de Matos.

Tivesse o jornalista solicitado à redacção do site das “Mentiras do Arnaldo”, qualquer esclarecimento quanto à quantidade de elementos e ao “trabalho” desenvolvido por estes e teria evitado toda esta procura incessante, decepcionante e falha de pormenores significativos que fazem toda a diferença, para poder explicar mais pormenorizadamente no seu artigo, aquilo que nós já sabemos desde o fatídico dia 6 de Outubro de 2015.

Queremos aqui salientar o papel polémico de Carlos Paisana que, sendo referenciado como membro do Comité Central do PCTP/MRPP junto do Tribunal Constitucional, onde já se deslocou para entregar repetidas alterações à constituição do Comité Central do Arnaldo, não deixa de ser um indivíduo escravizado pelo seu amo, enxovalhado em público, suspenso, readmitido e com uma falta total de amor-próprio reveladora de uma personalidade medrosa e servil.

Quem vai contra os humores de Arnaldo Matias de Matos é sempre apelidado de qualquer nome, por vezes ofensivo, e quem lidou mais de perto, casos de Luís Franco, Garcia Pereira, Domingos Bulhão, Carlos Arsénio e António Laires, ficou bem ciente deste desequilíbrio em que Arnaldo Matias de Matos é useiro e vezeiro na sua vida diária.

Só presta para o ditadorzinho, quem cumpre escrupulosamente as suas ordens, quem não levanta a voz, baixa os olhos e deixa-se ofender à vontade!

Não queremos deixar passar em claro um assunto, com texto próprio, que só foi aflorado e visto de uma forma superficial, onde entre outras coisas, vem à baila a questão da proibição da ida de férias de qualquer elemento, não se coibindo ele (Arnaldo Matias de Matos) de desfrutar dos seus belíssimos 15 dias de férias.

Até aqui, sendo prepotente e na prática não condizente com o que tinha imposto, mesmo não sendo dirigente e militante como ele próprio afirmou em determinada altura, deu-se ao luxo de usufruir das suas requintadas férias. E é neste ponto, que nem o jornalista nem a maior parte dos nossos leitores conhecem realmente esta personagem.

A sua falta de coerência e desaforo vai ao extremo de a 28 de Julho dizer ditatorialmente, esqueçam as férias, mas já com as suas marcadas para o Vidago Palace Hotel & Spa, local aonde se deslocou em viatura Mercedes, para passar os seus “merecidos” dias de descanso de 1 de Agosto a 15 do mesmo mês, acompanhado da sua filha e do seu “motorista particular” Carlos Paisana, onde nesta unidade hoteleira pagou a módica quantia próxima dos seis mil euros (6.000 euros), sendo que o seu modesto “motorista”, nos 7 dias que o acompanhou “só” gastou 210,00 euros, espelhando também aqui a diferença entre um verdadeiro “comunista” e o seu pobre assalariado.

Os leitores ficam com uma pálida ideia da índole deste energúmeno a quem os seus servis seguidores chamam de “fervoroso comunista”.

Uma nota final para dizer que não inventamos nada, ao contrário de outros que esperam pela verdade como os portugueses esperam pelo D Sebastião, o que afirmamos podemos provar e nunca aquela célebre palavra de ordem que tanta polémica deu se encontra mais actual: MORTE AOS TRAIDORES!

 
A Redacção das Mentiras do Arnaldo

 

Director: Carlos Fidalgo - carlos.fidalgo.10@sapo.pt