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Os delírios americanos de Arnaldo de Matos e a sua amnésia portuguesa

in Arquivo
16. 11. 19

arnladosam

Os delírios americanos de Arnaldo de Matos
e a sua amnésia portuguesa

Escreveu-nos o nosso leitor Carlos Prates, dando ênfase a um artigo escrito no Luta Popular, da autoria de Arnaldo Matos sobre as Eleições Americanas, em que Carlos Prates manifesta a sua opinião pessoal sobre esse artigo publicado, que passamos a transcrever.

Arnaldo Matias de Matos arranja todos os motivos e mais alguns, falho de ideias e já com todos os neurónios moribundos, para atacar António Garcia Pereira e todos aqueles que ele apelida de liquidacionistas.

Vem isto a propósito do editorial ou com pretensões a sê-lo, de uma pseudo análise sobre as eleições realizadas nos Estados Unidos da América e publicada no pasquim do costume.

Gostaríamos de saber aonde Arnaldo de Matos vai buscar as ideias mirabolantes com que nos presenteia de tempos a tempos sempre com voltas e reviravoltas, onde tenta exorcizar os fantasmas que o perseguem desde 6 de Outubro de 2015.

Como se pode ler no princípio da verborreia, Arnaldo tenta resistir e começa por falar das eleições Estadunidenses, mas picado sempre pela vespa assassina, lá vem mais uma vez falar do seu “amigo fantasma”, Garcia Pereira.

Continuando a dissertar sobre capitalismo, imperialismo e dando uma de “grande educador da classe operária”, vai escrevendo mais umas patacoadas para os seus fiéis seguidores, dando-lhes uma “lição de estudo” para ver se as raparigas e os rapazes lá de casa lhe mandam mais uns encómios, via comentários, para publicação no pasquim Luta Popular.

Bajulação e obediência a quanto obrigas!

Diz o (des)educador aquilo que todos os verdadeiros comunistas já sabem há muito tempo e se estas pseudo lições de alfabetização são para os trabalhadores e operários portugueses, pode tirar o cavalinho da chuva, porque o pasquim só é lido pelos seus indefectíveis membros de seita e por quem quer confirmar a demência e esquizofrenia, de que padece esta tenebrosa personagem.

Diz este ditador de trazer por casa, que ninguém se preocupa com os milhares de mulheres sacrificadas na Líbia, Síria, Iraque e outros países, onde o imperialismo tudo faz para retirar dividendos, e andaram “preocupados” com o papel desempenhado por uma mulher servidora dessa classe exploradora, candidata ao posto maior de um dos países, quiçá o maior representante do imperialismo e capitalismo.

Comove-nos agora esta preocupação de Arnaldo de Matos em relação aos milhares de mulheres que sofrem na pele, os horrores da guerra perpetrada pelos países imperialistas, esquecendo-se esta personagem, que num anterior texto publicado no pasquim aquando dos ataques terroristas em Paris, todas essas perdas de vidas, onde as mulheres também foram sacrificadas, o defensor dos métodos do Daesh deu a entender que todas aquelas mortes seriam os chamados danos colaterais, coisa que habitualmente é apregoada pelos imperialistas dos Estados Unidos e carimbando este tresloucado acto terrorista como um acto de revolta dos “pobres revolucionários” na sua luta interna, contra o capitalismo e imperialismo.

Ora, começámos por dizer que os neurónios deste indivíduo estavam moribundos e daí o “esquecimento” sobre a vida explorada dos trabalhadores e operários portugueses, que não tendo nenhuma mulher à frente de um governo, têm um homem que continua o desiderato em que transformaram este país, que era soberano e independente, numa província de servidores obedientes ao imperialismo europeu.

Assuntos internos e que dizem algo aos portugueses, já não é assunto que desperte a mente doentia de Arnaldo Matias de Matos, agora dar uma de comentador e estudioso da realidade de além-mar, aí sim senhor, é um assunto primordial para publicação no pasquim e ao mesmo tempo sempre aproveita a oportunidade para dar umas alfinetadas a António Garcia Pereira e ao seu “bando de liquidacionistas”!

Carlos Prates

Director: Carlos Fidalgo - carlos.fidalgo.10@sapo.pt